Vlog Sess O De Ana Carolina

Como fazer empadinha de ler mentes livro completo

O processo da transformação de indústria implicará inevitavelmente aspectos que se consideraram tradicionalmente como sensíveis por autoridades públicas: supressão de empregos, posição de facilidades e sede. A transformação financeira também produzirá um endurecimento da competição e a competição será, até um ponto considerável, um entre centros financeiros nacionais e indústrias, não só entre bancos individuais ou instituições. A propensão a defender campeões nacionais pode prevalecer sobre a perseguição da eficiência. O risco do Eurosistema para cair na captura de uma interação imprópria entre a UE e a dimensão nacional do interesse público pode ficar alto. Como qualquer banco central, o Eurosistema deve ser tanto ativo como neutral na grande transformação "da sua" indústria financeira. A palavra "sistema" que é parte do seu próprio nome refere-se e deve aplicar-se na prática, à zona euro inteira.

Os desafios não são sozinho econômicos na sua natureza, nem as suas características podem capturar-se pelos economistas de relações funcionais são os mais familiares com. Embora em parte relacionado a fatores econômicos, as suas características atam-se de fato ao ambiente institucional especial ao qual o Eurosistema agora pertence. Derivam da tensão entre a realização da união no campo monetário e a imperfeição da construção total. É uma tensão porque naquele ambiente a noção do interesse público simplesmente não se define já como e estaticamente como foi quando o Estado-nação foi uma realidade todo penetrante e a jurisdição do banco central coincidiu com a sua jurisdição. Inevitavelmente, esta tensão examina as instituições da União Europeia, próprio Eurosistema, e até as nossas mentes.

Tive sorte de agir em um ambiente no qual nenhum conflito surgiu entre a profissão bancária central que exerci durante mais de trinta anos e a condenação europeia que, como muitas pessoas da minha geração, amadureci nos meus jovens. Desde o primeiro dos anos 80 também me convenci que a união monetária, isto é confluência dos dois motivos, foi desejável e possível. Ao mesmo tempo, os desafios para o Eurosistema originam-se precisamente daquela confluência.

Além disso, considerando as incertezas contidas pela transição à Etapa Três do CASUAR, não devemos esquecer-nos de que a União monetária também reduzirá, ou até eliminará, o número de riscos. Isto já se demonstrou, até antes da introdução real do euro. O tumulto recente em mercados financeiros internacionais não causou nenhuma perturbação significante a taxas de câmbio entre moedas dos participantes nomeados na Etapa Três. Isto é uma manifestação clara do êxito do processo de CASUAR.

Em um período de dinheiro de menos de trinta anos abandonou ambos as âncoras que teve desde os tempos mais primeiros: metal e o monarca. É verdade que os bancos centrais se esforçaram por anos por libertar a prensa de impressão da influência do monarca moderno, como se esforçaram no passado por libertá-lo da influência de interesses privados. Igualmente é verdade que o estado atual do Eurosistema na constelação de poderes públicos é excepcionalmente favorável. Contudo, só um pensador superficial pode confundir a independência com a solidão e tomar a visão que a falta da união política fortalece a posição do banco central e o faz mais livre para cumprir a sua missão.

Um desafio é uma chamada a uma tarefa difícil; implica as duas noções inevitavelmente e dificuldade. Os problemas que tentei descrever são um desafio não só para médicos, mas também para a profissão acadêmica, porque as suas soluções apenas podem encontrar-se em um manual e só se inventarão se a criatividade de médicos se complementará com aquele de eruditos.

Os problemas postos pela coexistência de uma moeda internacional com uma união política ainda não realizada influirão tanto na atividade prática como em intelectual nos anos que vem. Terão implicações do banqueiro central, político e, mais geralmente, cidadão. Para o político a implicação é que a sua decisão política de avançar com a União monetária com antecedência da união política contém um compromisso implícito de trabalhar para a realização da união política. O banqueiro central deve estar sabendo as dificuldades especiais e responsabilidades que derivam desta condição anômala. De um lado terá de enfrentar esta situação e adaptar as suas atitudes a um composto - UE e nacional - arquitetura institucional, aquela que necessita da simplicidade à qual se acostumou e no qual o Eurosistema agora representa o componente supernacional mais promovido. No outro deve preparar-se para a nova evolução daquela mesma arquitetura. Finalmente, dos cidadãos que todos nós somos, necessitará uma reflexão mais profunda sobre múltiplos "contratos sociais" é parte de, e a lealdade que implicam.